[www.theword.net]

Twitter live feed  
View unanswered posts | View active topics It is currently Wed Feb 21, 2018 5:32 pm



Reply to topic  [ 5 posts ] 
 Conversão de módulo COMENTÁRIOS do Mysword para o The Word 
Author Message

Joined: Fri Jan 19, 2018 3:39 pm
Posts: 7
Post Conversão de módulo COMENTÁRIOS do Mysword para o The Word
Como converter módulo de COMENTÁRIOS do Mysword para o The Word?

Bíblia já foi esclarecido pelo Rubio, porém COMENTÁRIOS ainda não consegui fazer a conversão

Agradeço o auxílio


Thu Jan 25, 2018 11:22 pm
Profile

Joined: Wed Sep 23, 2009 4:13 pm
Posts: 615
Location: Brasília, Brazil
Post Re: Conversão de módulo COMENTÁRIOS do Mysword para o The Wo
Os comentários do MySword são arquivos SQLite, assim como no TheWord. Provavelmente usam tabelas parecidas, é preciso abri-los e comparar a estrutura.

_________________
Rúbio R. C. Terra
Brasília/DF - Brasil


Tue Jan 30, 2018 5:07 pm
Profile

Joined: Fri Jan 19, 2018 3:39 pm
Posts: 7
Post Re: Conversão de módulo COMENTÁRIOS do Mysword para o The Wo
Eu fiz isso, fiz até a conversão, o problema é que não encontro jeito de fazer com que fique configurado. Fica desta forma:

<p><img src='5.jpg'/></p><p> Emanuence Digital</p><p>Introdução</p><ul><li><strong>Título</strong></li></ul><p>No Antigo Testamento hebraico, a primeira palavra do texto, <em>bereshit, </em>"no princípio", serve de título para o livro de Gênesis. Tomar a primeira frase ou palavra de uma obra literária para denominá-la era prática comum no antigo Oriente Próximo A tradução grega chamada Septuaginta (LXX) toscamente igualou este termo de abertura com a <em>palavra gênesis, </em>que significa "origem ou fonte". A palavra grega permaneceu em nossas versões bíblicas, porque descreve notavelmente bem o conteúdo do livro. <strong>É </strong>o livro dos começos: o começo do universo, do homem, do pecado, da salvação, da nação hebraica, da aliança com os homens.</p><p>Martinho Lutero foi o primeiro a anexar ao título antigo a frase: "O Primeiro Livro de Moisés", mantida na maioria das versões bíblicas. Lutero a considerou apropriada visto que o Livro de Gênesis é o primeiro dos livros do Pentateuco e Moisés fora tradici­onalmente considerado o autor de todos os cinco livros.</p><ul><li><strong>Autoria</strong></li></ul><p>Uma breve discussão da autoria não faz justiça à massa de literatura sobre o assun­to nem à complexidade dos problemas. A controvérsia gira em torno da questão se o Livro de Gênesis, como o conhecemos em todos os manuscritos existentes, foi produto de Moisés e seu tempo ou de escritores desconhecidos em uma época muito posterior. Ao longo dos últimos dois séculos, os estudiosos se dividem entre os que aceitam a autoria ou autori­dade mosaica e os que consideram que o material do Livro de Gênesis é trabalho de muitos "autores" desconhecidos (ver análise em "O Pentateuco").</p><p>O texto do livro não menciona o nome de Moisés e, como dito anteriormente, foi Lutero (1483-1546) quem juntou ao título a anotação sobre Moisés. Levando em conta que o derradeiro acontecimento narrado em Gênesis ocorre muito tempo antes dos dias de Moisés, os estudiosos ortodoxos defendem que ele modelou o material antigo em sua forma atual. Esta opinião se baseia principalmente nas seguintes evidências internas: a) nos outros quatro livros do Pentateuco, no sentido de que vieram de Moisés ou pelo menos do seu tempo de vida e sob sua direção; b) no restante do Antigo Testamento, o qual liga a Moisés o conteúdo de todo o Pentateuco; e c) no Novo Testamento, que afirma serem os livros do Pentateuco (principalmente Deuteronômio) da autoria de Moisés.</p><ul><li><strong>Data e Composição</strong></li></ul><p>Estes itens estão estreitamente relacionados com a discussão da autoria, portanto, todos os três devem, de certo modo, ser tratados juntos.</p><p>Atribui-se a Johann Eichhorn, professor na Universidade de Iena, Alemanha, em fins do século XVIII, a rejeição da amplamente aceita autoria mosaica do Pentateuco. Ele fundamentou seus argumentos em duas supostas fontes para o Livro de Gênesis</p><p></p><p>rotuladas de <em>J, </em>para aludir a Jeová, e <em>E, </em>para Elohim, as quais, segundo ele, vieram a existir depois do tempo de Moisés. Na verdade, esta análise de fonte foi feita pela primei­ra vez por uma médica francesa, Jean Astruc, várias décadas antes de Eichhorn. Nos primeiros três quartos do século XIX, os professores alemães discutiam se havia muitas fontes, duas fontes ou apenas uma fonte para o Livro de Gênesis. Eles dataram estas fontes ao longo de todo o tempo entre Salomão e Esdras. Usando como indícios a ocorrên­cia de diversos nomes divinos, as diferenças de vocabulário e a suposta divergência de pontos de vista teológicos, a controvérsia predominou entre uma história de composição fragmentada e uma unidade básica em construção.</p><p>Julius Wellhauseni foi o primeiro a popularizar com êxito a idéia de três fontes prin­cipais em Gênesis: <em>J </em>(fonte jeovista), <em>E </em>(fonte eloísta) e <em>P </em>(fonte sacerdotal ["p" de <em>Priestercodex]). </em>A fonte <em>J </em>era datada do século IX a.C.; a <em>E </em>era datada do século VIII a.C.; e a <em>P </em>era datada do século V a.C. Esta visão se tornou padrão entre seus seguidores e altamente popular nos círculos protestantes e judaicos em todo o mundo ocidental. A Igreja Católica Romana reagiu negativamente à teoria.</p><p>Hermann Gunkel2 procurou estender-se sobre a posição de Wellhausen examinando as formas literárias da antiga maneira de contar histórias conforme ilustrada em Gênesis. Ele concluiu que, antes de 1000 a.C., houve um longo período de transmissão oral de grande parte do conteúdo do Livro de Gênesis antes de ser solidificado nos denominados documentos <em>J, E </em>e <em>P.</em></p><p>Em anos mais recentes, os estudiosos que rejeitam a autoria mosaica são mais favo­ráveis à idéia de um longo período de desenvolvimento da tradição oral em torno dos centros tribal e cultual, em vez da existência de fontes escritas. Otto Eissfeldt3 foi o proponente principal desta abordagem. Houve também a tendência a considerar que o livro foi concluído nos tempos do exílio e que possui um caráter substancialmente mosai­co. W. F. Albright defendeu esta posição.'</p><p>Os estudiosos conservadores consistentemente defendem que a teoria descrita aci­ma é inaceitável, sendo incentivados pelo volume de evidências contrárias fornecidas pelos estudos no antigo Oriente <u><a class=''>Próximo. Com</a></u> vigor renovado, insistem que evidências descobertas mais recentemente tornam possível e altamente provável a composição de Gênesis na época de Moisés. Vários manuscritos, inclusive o tipo alfabético, estavam em uso séculos antes dos dias de Moisés, produzindo-se uma grande quantidade de literatu­ra, grande parte dela significativa para os estudos em Gênesis. Sabe-se hoje que a trans­missão oral de recordações importantes, sobretudo as pertinentes à santidade, tem um grau de precisão não menos que espantosa.</p><p>Cada vez mais os estudiosos defendem que o conteúdo de <a class='bible' href='#b1.1.1-1.11.32'>Gênesis 1.1- 11.32</a> deve ter entrado na coletânea de fatos e tradições hebraicas antes do tempo de Abraão. Atualmente, aceita-se que a orientação social, econômica e política das histórias dos patriarcas está solidamente arraigada no período de 2000 a 1500 a.C.' A única barreira tem a ver com a teologia. Há um reconhecimento crescente de que crenças monoteístas predominavam entre os hebreus nos dias de Moisés,' mas só os estudiosos conservadores ousam asseve­rar que o monoteísmo era desde o início a fé dos patriarcas.'</p><p>A questão se resolve em uma pergunta básica: Gênesis era mosaico ou uma miscelâ­nea de composição e origem? Este comentário sustenta a posição conservadora de que Gênesis é mosaico em sua composição e data.</p><p></p><p><strong>D. Estrutura</strong></p><p>O Livro de Gênesis tem uma introdução (<a class='bible' href='#b1.1.1-1.2.3'>Gn 1.1-2.3</a>) e dez divisões, cada uma das quais introduzida pela palavra hebraica <em>toledot </em>("gerações, origens"), que os estudiosos admitem ter o significado de "história, conto ou relato" em vez de simplesmente genealogia. Estas divisões ocorrem em <a class='bible' href='#b1.2.4'>Gn 2.4</a>; <a class='bible' href='#b1.5.1'>5.1</a>; <a class='bible' href='#b1.6.9'>6.9</a>; <strong><a class='bible' href='#b1.10.1'>10.1</a></strong><strong>; </strong><a class='bible' href='#b1.11.10'>11.10</a>; <a class='bible' href='#b1.11.27'>11.27</a>; <a class='bible' href='#b1.25.12'>25.12</a>; <a class='bible' href='#b1.25.19'>25.19</a>; <a class='bible' href='#b1.36.1'>36.1</a>; <a class='bible' href='#b1.37.2'>37.2</a>. O livro também pode ser dividido em duas seções principais: a primeira <a class='bible' href='#b1.1.1-1.11.26'>de Gn </a><strong><a class='bible' href='#b1.1.1-1.11.26'>1.1-</a></strong><a class='bible' href='#b1.1.1-1.11.26'>11.26</a> e a segun­da <a class='bible' href='#b1.11.27-1.50.26'>de Gn 11.27-50.26</a>. A primeira destas divisões lida basicamente com as origens primevas, e a segunda, com o estabelecimento da relação de concerto de Deus com os antepassados do povo hebraico. Ou conforme G. C. Morgan,8 as divisões podem ser vistas em três par­tes. A primeira divisão seria <a class='bible' href='#b1.1.1-1.2.25'>de Gn </a><strong><a class='bible' href='#b1.1.1-1.2.25'>1.1 -</a></strong><a class='bible' href='#b1.1.1-1.2.25'> 2.25</a>, que se ocupa da geração; a segunda seria <a class='bible' href='#b1.3.1-1.11.32'>de Gn 3.1 - 11.32</a>, que lida com a degeneração; e a terceira seria <a class='bible' href='#b1.12.1-1.50.26'>de Gn 12.1 - 50.26</a>, que se centra­liza na regeneração.</p><p>Depois do relato introdutório da criação, o livro se concentra fundamentalmente em homens importantes e seus descendentes. Estes homens são Adão, Noé, Abraão, Isaque, Jacó e José. Personagens de menor importância relacionados a estes indivíduos notáveis são tratados pelo simples alistamento de suas genealogias.</p><p>Em Gênesis, há um movimento seqüencial que passa do universal para o específico. A história da criação do universo concentra a atenção em Adão e sua esposa, Eva; depois se estende para traçar de modo incompleto o aumento dos seus descendentes pelas li­nhagens de Caim e de Sete. Tendo descrito vigorosamente a corrupção destes povos em 6.1-4, o relato anuncia a decisão do Todo-poderoso em puni-los por meio de um grandioso dilúvio, mas, ao mesmo tempo, salvar um remanescente dando proteção a Noé e sua família numa arca. Os descendentes de Noé também são apresentados no aumento nu­mérico e na expansão via migração através de uma lista genealógica. Abraão vem em primeiro plano.</p><p>Geograficamente, os primeiros onze capítulos são direcionados ao vale mesopotâmico (ver Mapa 1). Depois da resposta de Abraão ao chamado de Deus para se mudar, as histó­rias relacionadas a ele estão centralizadas principalmente em Canaã (ver Mapa 2), com apenas algumas histórias ligadas ao Egito ou a sua antiga casa em <u><a class=''>Harã. Com</a></u> exceção de ter uma esposa de Harã, Isaque é completamente limitado à vida em Canaã, mas Jacó passou vinte anos em Harã e os últimos anos de vida no Egito, embora na juventude e meia-idade estivesse em Canaã. Exceto por sua juventude, José passou seus anos de ma­turidade no Egito, parte numa prisão e parte como poderoso funcionário do governo.</p><p><strong>E. Propósito e Mensagem</strong></p><p>O propósito principal do Livro de Gênesis é mostrar como Deus escolheu o povo de Israel para ter uma relação de concerto com Ele. Essa escolha se revela na forma em que Ele lidou com os progenitores dos israelitas. Ainda que haja semelhanças notáveis entre outros escritos antigos e as histórias bíblicas da criação, da queda do homem e do dilúvio, o interesse bíblico na origem do universo é basicamente teológico. Seu empenho é decla­rar que todas as coisas procedem e são sustentadas por um Deus Criador. O politeísmo e suas nuanças são deliberadamente ignorados.</p><p></p><p>No Livro de Gênesis, o interesse na origem do homem e na origem do pecado diz respeito fundamentalmente à natureza do relacionamento entre o homem e Deus, tanto em sua comunhão original quanto em sua posterior oposição negativa e desobediente à vontade de Deus. O relacionamento original sempre é considerado como o ideal e a meta de todos os procedimentos futuros de Deus com o homem. As misericórdias de Deus são estendidas aos homens para que o relacionamento positivo seja restabelecido pela atividade salvadora de Deus, a qual é determinada num sistema de concerto. Os vislum­bres da realização futura dos propósitos redentores de Deus são orientados para um grande cumprimento de uma reconciliação não só individual, mas também nacional, internacional e universal entre Deus e o homem. Por conseguinte, os temas messiânicos na parte final do Antigo Testamento e no Novo Testamento são encontrados em Gênesis.</p><p>Do ponto de vista teológico, o teor de Gênesis é inflexivelmente monoteísta. O pa­ganismo não é abertamente questionado ou rejeitado; é amplamente ignorado. Gênesis descreve somente exemplos limitados da prática idólatra, os quais são repudiados indiretamente (como em <a class='bible' href='#b1.22.0'>Gênesis 22</a>) ou diretamente (como em <a class='bible' href='#b1.23.0'>Gênesis 23</a>). A análise racional e o ímpeto religioso do paganismo na Mesopotâmia, em Canaã e no Egito estão quase que totalmente ausentes.</p><p>O número limitado de temas religiosos e locuções literárias, que são encontrados tanto na antiga literatura mesopotâmica quanto no material em Gênesis, é incidental para os principais destaques das histórias de Gênesis. Eles tiveram sua importância largamente sobreestimada por alguns estudiosos do Antigo Testamento.<br/>O Livro de Gênesis desafia a validade do politeísmo, do dualismo, do deísmo e do panteísmo, não pela análise negativa de suas fraquezas, mas pela afirmação positiva da unidade, soberania e realidade pessoal divina. Em Gênesis, há a apresentação das qua­lidades pessoais e dinâmicas da relação divino-humana dentro do concerto, sobretudo na forma narrativa e, secundariamente, por meio de resumos genealógicos.</p>

Este é o módulo BEACON, não encontro forma de configurá-lo por ocasião da conversão


Tue Jan 30, 2018 5:53 pm
Profile

Joined: Wed Sep 23, 2009 4:13 pm
Posts: 615
Location: Brasília, Brazil
Post Re: Conversão de módulo COMENTÁRIOS do Mysword para o The Wo
O problema é que o conteúdo está armazenado em formato HTML e o TheWord espera RTF ou RVF. Você teria de converter o formato.
Mas geralmente os módulos são criados primeiro no TheWord e depois convertidos para o MySword usando o utilitário de conversão que ele (o MySword) oferece. Assim sendo, aposto que este módulo existe no formato do TheWord. Dê uma procurada.

_________________
Rúbio R. C. Terra
Brasília/DF - Brasil


Tue Jan 30, 2018 7:50 pm
Profile

Joined: Fri Sep 12, 2014 9:20 pm
Posts: 52
Post Re: Conversão de módulo COMENTÁRIOS do Mysword para o The Wo
Rafael Motta wrote:
Este é o módulo BEACON, não encontro forma de configurá-lo por ocasião da conversão.

Este módulo já existe meu irmão, em formato TW.


Tue Feb 06, 2018 4:16 am
Profile
Display posts from previous:  Sort by  
Reply to topic   [ 5 posts ] 

Who is online

Users browsing this forum: No registered users and 1 guest


You cannot post new topics in this forum
You cannot reply to topics in this forum
You cannot edit your posts in this forum
You cannot delete your posts in this forum
You cannot post attachments in this forum

Search for:
Jump to:  
cron
Powered by phpBB © 2000, 2002, 2005, 2007 phpBB Group.
Designed by STSoftware for PTF.